Arquitetura para todos

Arquitetura para todos

Uma arquitetura para todos corresponde a uma conceção de edifícios e espaços, tanto públicos como privados, que sejam práticos, seguros e acolhedores para todos os membros da sociedade. É uma arquitetura mais justa, acessível e inclusiva.

No fundo trata-se de criar ambientes que possam ser verdadeiramente funcionais para os seus utilizadores, independentemente da sua idade ou capacidade física e cognitiva. Assim incluem-se pessoas com deficiência, com problemas de mobilidade, idosos, crianças... A ideia é mesmo incluir todos e não ignorar as necessidades gerais e particulares da população.

Percebemos então que um dos aspetos mais pertinentes a considerar é o respeito pelos princípios de design universal.

Estas são algumas das características de uma arquitetura acessível e inclusiva:

- Colocar rampas e elevadores: Ao contrário das escadas, estas soluções facilitam bastante a entrada e saída de espaços e edifícios, conseguindo-se assim aumentar a acessibilidade tanto em espaços exteriores como interiores. Equipamentos como plataformas de escadas ou plataformas elevador podem também ser uma excelente aposta.

- Instalar corrimões ou barras de apoio: estes elementos, apesar de simples, proporcionam uma maior segurança do utilizador e reduzem o risco de quedas ou acidentes que podem trazer consequências graves.

- Assegurar uma boa iluminação: espaços diferentes exigem iluminações específicas. É assim importante garantir uma iluminação adequada em todas as áreas do edifício, de forma a termos ambientes seguros, confortáveis e eficientes.

- Proporcionar uma orientação clara: os espaços devem ter fluidez e os caminhos devem ser fáceis e percetíveis. O uso de uma sinalização consistente e que seja simples de interpretar também melhora a experiência do utilizador.

- Inexistência de obstáculos ou barreiras: espaços livres e desimpedidos permitem uma circulação mais simplificada. Qualquer elemento que dificulte ou mesmo que impeça a passagem pode colocar em causa toda a funcionalidade e acessibilidade do espaço em questão.

- Incluir portas e corredores largos: desta forma consegue-se acomodar cadeiras de rodas e outros dispositivos de mobilidade, facilitando-se a movimentação em geral. Portas automáticas podem também ser uma boa opção, evitando a necessidade de puxar ou empurrar a porta para entrar ou sair de alguma divisão.

Não menos importante é o carácter acolhedor e inclusivo que os espaços devem ter. Isto traduz-se na conceção de espaços que sejam visualmente apelativos e que proporcionem um sentido de comunidade e de pertença. Esta questão

pode ser particularmente pertinente para pessoas com deficiência, que muitas vezes se sentem isoladas ou excluídas em locais que não foram concebidos com a acessibilidade em mente.

É importante que diversos profissionais como arquitetos, designers, engenheiros, projetistas e construtores compreendam os princípios da conceção acessível e os incorporem no seu trabalho, sendo aconselhável que trabalhem em conjunto de forma a encontrarem as melhores soluções para todos.

 Começando pela nossa própria casa, podemos por exemplo instalar uma cadeira elevador que nos permitirá aceder mais comodamente aos diferentes pisos. Veja os modelos de cadeiras elevador que a Well4All Ibéricapossui e opte por tornar a sua casa mais acessível e prática.

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